E eu...
A força dos punhais me chama.
Na superfície estou dividida...
Mas, meu olhar me entrega.
Sei quem é bandoleiro...
Contemplo a luta.
Volto no tempo...
Menina, adolescente, mulher, feiticeira...
Solteira, casada, divorciada, abandonada.
Pra essa lua: cigana livre.
Sou resgatada pelos golpes dos punhais e pelo seu olhar...
Ouço o momento...
Entrego-me a magia da dança.